terça-feira, 3 de março de 2015

Shuriken Sentai Ninninger - Primeiro episódio - Legendado



Muito em breve o segundo episódio legendado, nesse mesmo canal.

Acesse:
http://naburuto2013.blogspot.com.br
http://www.animeyokai.com.br

Que tal assistir também ToQger enquanto aguarda novos episódios de Ninninger?

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Quadrinhos nacionais: Celton




´´Lacarmélio Alfeo de Araújo é um quadrinista de rua da cidade de Belo Horizonte, também conhecido pelo nome do seu mais famoso personagem, Celton.

Visto freqüentemente pelos sinais da cidade, com sua moto e sua grande placa amarela com os dizeres Leia Celton, Lacarmélio é uma lenda e uma personalidade hoje em Belo Horizonte. Homenageado pela 4a edição do Festival Internacional de Quadrinhos em 2005, ele já recebeu diversas condecorações de Belo horizonte. Ele também expôs seu trabalho na primeira edição da Mostra Mineira de Zines em 2005

Desde 1998, o autor, que já foi até assunto do Globo Repórter, já lançou 15 edições, que totalizam cerca mais de um milhão exemplares vendidos.´´.

Fonte: Wikipédia.

Muita vontade de conhecer esses quadrinhos, pena que só tem circulação por lá. Grande exemplo para os quadrinhistas nacionais.
 





segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O Primeiro Livro-jogo Inteiramente Nacional

































Sempre ouço falar que a coleção Livros-jogos Aventuras Fantásticas, de Steven Jackson e Ian Livingstone foi relançada pela editora Jambô, mas nunca vi em livraria nenhuma, aliás, nunca mais vi em livraria alguma qualquer exemplar do segmento Livro-jogo/ RPG. Até aí beleza, pois os scans estão aí, disponibilizados em sites mantidos por fans da série em versões PDF, tem até mesmo versões próprias para PC desenvolvida por gente de iniciativa que você pode conferir clicando aqui. Esses trabalhos, sem fins lucrativos, tem como missão nos devolver momentos felizes e proporcionar novas descobertas, aproveitando as mídias modernas para termos as vantagens que não tinhamos antes. O que incomoda mesmo é saber que um livro foi lançado recentemente (2012) por um autor brasileiro pela mesma editora, nos moldes de Aventuras Fantásticas, e não ver nem sinal dele. trata-se de Viver ou Morrer (volta e meia confundido com Correr ou Morrer quando pergunto nas livrarias) do porto-alegrense Athos Beuren, que teve até um segundo volume lançado no ano seguinte, mas ainda é pouco conhecido, torço para que um dia a moda dos livrinhos de bolso interativos volte e muitos e muitos outros titulos sejam lançados. Pena que parece que as edições são mau distribuídas e o jeito é encomendar, mas antes de ter o livro em mãos achei uma boa dar uma pesquisada, mesmo sabendo que não me arrependerei em jogar. Athos Beuren mantém o velho e bom estilo capa e espada, até o sistema de jogo é igualzinho, Vida, destreza e Sorte em vez dos habituais índices de Energia, Habilidade e Sorte, lista de equipamento, folha de aventuras e tudo mais, tem até uma solução encontrada para o jogador desleixado que não tem dado poder jogar, números no rodapé das páginas para que o leitor/ jogador, ao abrir o livro em páginas aleatórias, determiná-los como referência de uma rodada de dados.Desnecessário, considerando que o não uso de dados equivale a jogar no teclado ao invés do controle, todo e qualquer tipo de player sabe o que estou falando. O diferencial fica mesmo por conta da quantidade de jogos/aventuras em um único livro, enquanto cada livro de Aventuras Fantásticas tem apenas uma, em Viver ou Morrer tem cinco diferentes. As 200 páginas de cada volume da série de Beuren nos deixa preocupados quanto a qualidade das aventuras e a emoção que possa ser trabalhada em tão poucas páginas e parágrafos de referência. Outra coisa que contraria é o fato do sistema ser praticamente o mesmo do início da era inaugurada por Dungeons e Dragons, o autor bem que podia arriscar algo diferente, por mais que o uso dos índices H, E e S tenha funcionado por muito tempo e que hoje tenha um gostinho especial de nostalgia. O lado positivo é que a molecada que será iniciada neste segmento receberá o que vier como uma grande novidade. Mas será que a mesma molecada que curte Warcraft vai achar o sistema tão interessante quanto aquela galerinha que descobria os livrinhos de bolso interativo no início dos anos 90?






























Saiba mais sobre o autor

Visite o site www.athosbeuren.com.br e fique por dentro de todos seus projetos.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Almanaque Heróis do Anime nº 01


Foi como voltar ao tempo ler o recém lançado Almanaque Heróis do Anime cuja primeira edição é  dedicada aos Cavaleiros do Zodíaco, mais necessariamente 20 anos atrás, quando revistas impulsionadas pelo sucesso  do anime, de início visando o público infanto-juvenil, guerreavam nas bancas sua predileção. Sérgio Peixoto, editor chefe de revistas como Japan Fury e Animax, é um dos redatores principais e seu conhecido nome acabou dando uma forcinha para a divulgação que o projeto precisava. Ao todo o impresso possui dez capítulos com temas interessantes que funcionam para todas as idades e todo tipo de leitor, e o mais incrível é  que, como boas obras não morrem, ainda há muito do que se falar e aprender com os personagens de Masami Kurumada, desde que, obviamente, aja interesse nisso. É só lembrar da mais nova aventura dos heróis no cinema, Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário, para ter uma ideia do quanto os defensores de Atena ainda se mantém ativos. Porém, tendo em vista que com a maturidade podemos enxergar além da superfície e entender o quanto os personagens são ricos e bem construídos em sua moral e disciplina, além de nos fazer lembrar com carinho dos felizes momentos de boas épocas, hoje os Cavaleiros são personagens bem mais interessantes para quem o assistia na Rede Manchete do que para a molecada que conheceu primeiro a série Ômega, por exemplo, a leitura do almanaque funciona melhor como um excelente passatempo de saudosismo do que veículo de esclarecimento. Os capítulos foram planejados em obedecer uma sequência orgânica, embora as quatro cabeças dos diferentes autores tropeçassem em redundância. O último capitulo, considerado enfadonho, porém informativo, foi deixado por último, o leitor pode simplesmente parar nele sem prejuízo na leitura, a não ser de conhecimento histórico. Trata-se de um estudo informal das armaduras medievais que serviram de inspiração para as usadas no seriado, mas mesmo não fugindo do tema a explicação de Fernando Metti pode reduzir significativamente o prazer que o leitor menos hardcore teria atravessando páginas que se mantinham apenas no campo de animes e mangás.
Apesar de um guia completo, o achei um pouco curto, não que fosse preciso se estender mais que o necessário, mas para quem foi cria das revistas repletas de spoilers dos anos 90 esperava-se que ao menos as sagas consideradas obscuras para além do capítulo 114 fossem destrinchadas, já que houve uma pausa imensa que fez o público perder o interesse (e no meio tempo abandonar a infância) até anos mais tarde recobrá-lo novamente, ainda que por mera curiosidade. Ainda com relação às revistas dos anos 90 tivemos a impressão que, fosse naquele tempo, cada capítulo renderia uma edição interessante.
A única coisa que me incomodou é que parece que o almanaque foi redigido às pressas.Cada erro grosseiro de gramática, concordância, raciocínio e de atenção mesmo, isso sem contar uma informação errada que deixaram passar. E é essa revisão preguiçosa minha principal crítica ao trabalho. De qualquer maneira, recomendo a aquisição do livrinho, já esperando que tenha próximos números e torcendo para que caprichem mais no acabamento.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

As Tartarugas Ninja - Crítica


Bem que tentaram fazer um filme bom das ´´Tartarugas Ninja Adolescentes Mutantes`` nos últimos anos, mas ninguém gostou. As Tartarugas Ninja – O Retorno (2007, Kevin Munroe) é uma boa animação, mas inovaram tanto que os personagens acabaram descaracterizados, pecaram pela ausência de inimigos interessantes e o resultado não agradou nem os fans antigos nem os novos. Tanta mudança, tanto na estética quanto na concepção dos personagens, podem funcionar nas recentes séries animadas, ainda mais levando em conta que os tempos são outros, mas quando se trata de um bom cinema é sua versão dos anos 90 que precisa ser resgatada, afinal, foi nessa década que as tartarugas começaram a aparecer e se consolidar na cultura pop mundial. Sua primeira adaptação ao cinema foi em 1990 num filme dirigido por Steve Barron, fiel à animação da época, tido por muitos como o melhor filme delas até hoje. A segunda, As Tartarugas Ninja II – O segredo do Ooze (1992, Michael Pressman) os répteis mutantes já estavam de vez consolidados no mainstream e o longa foi mais comercial, tendo em vista seu público formado em sua grande maioria por crianças, rendendo vendas de diversos produtos que levavam a marca das tartarugas. A então última adaptação live-action As Tartarugas Ninja III exageraram na mudança de ares substituindo a grande metrópole de Nova Iorque pelo Japão feudal, e o roteiro fantasioso e as situações bizarras e infantis incomodou o público que começava a amadurecer. Entre as animações e os filmes precisava ter diferenças, passou a ser cobrado mais verossimilhança, as duas mídias não podiam ser tratadas por igual. Além disso, o público sempre foi carente de uma aparição decente dos vilões, que são tão carismáticos quanto os personagens principais. Destes, apenas Destruidor se saiu razoavelmente bem e quando muito, umas adaptações livres para substituir os antagonistas bonachões que víamos no desenho.
Mais de 20 anos depois, apesar de produções novas de quadrinhos e animações, a marca Tartarugas Ninja já não era mais tão forte como nos anos 90 e era preciso fazer alguma coisa para relembra-las, e é claro, apresentá-las a uma audiência mais jovem, aproveitando que ressuscitar velhos nomes no cinema já é moda há um tempão. O resultado é o recente filme dirigido por Jonathan Liebesman (Fúria de Titãs II) e produzido por Michael Bay (Transformers). Sinceramente não acho que seria de todo mal se dessa vez Bay ocupasse a cadeira de direção. Será que o novo As tartarugas Ninja cumpriu sua missão? Talvez sim e talvez não. As Tartarugas já não têm mais a cara das dos filmes e das animações de antes, o que seria natural, hoje temos o CGI que com muito gosto substitui as máscaras e fantasias de borracha, mas agora elas exibem um visual selvagem, realista, sem nariz de batata e sem lábios, há quem diga que elas não têm nem mais cara de tartaruga, mas devemos lembrar que elas são na verdade híbridos de tartarugas com humanos. Seus equipamentos e armas de combate, como faixas, bandanas e instrumentos de guerra que no desenho não usavam nunca, estão mais elaborados, mais personalizados com o devido zelo que todo ninja deve ter para com seus materiais. As próprias tartarugas dessa vez estão mais diferentes umas das outras, cada qual com sua característica e aparência. April O´Neil, repórter e principal amiga das tartarugas, é vivida por Megan Fox, dando ao filme mais cara de Michael Bay, e num roteiro gentilmente familiar com o que estamos acostumados vive em volta de matérias jornalísticas absurdas de crimes, justiceiros / ninjas / tartarugas de estimação mascaradas, um clan do ´´pé-de-chinelo`` capenga e descoberta de um ambicioso plano envolvendo uma ciência macabra, sempre acompanhada de Vernon Fenwick (Will Arnett), colega de profissão responsável pelos momentos cômicos do filme, só perdendo para o Michelangelo (Noel Fisher), impagável como nunca. Whoopi Goldberg endossa o time de grandes nomes do elenco. Apesar de o humor ser tocado constantemente nas aventuras dos nossos amigos répteis, a produção conta também com muita ação em estilo videogame, até mesmo momentos mais agressivos que de repente não vão lembrar as aventuras dos anos 90 que assistíamos quando crianças, mas enfim, como dito antes, os tempos são outros. A reclamação mais recorrente é que, por o filme ser consideravelmente curto, as ações se desenvolvem muito rápido e ficamos com a impressão de que não deu tempo de incluir tudo o que era merecido. Destruidor (William Fichtner) está bem mais robusto, a ameaça aparenta ser 100 vezes maior, seus armamentos nem se falam, está mais para um ciborgue que para um samurai, mas só assim para enfrentar aqueles quatro tanques de guerra que hoje são nossos heróis quelônios. Mas resolveram a ameaça rápido demais, nos deu a impressão de estarmos assistindo o Quarteto Fantástico de 2005, quando os quatro heróis tiveram uma breve batalha contra o vilão principal. Apesar disso, quem assistiu esse novo filme das tartarugas ficou agradecido por ver elementos importantes serem mantidos, como a paixão por pizzas, a jovialidade dos répteis mutantes, as raízes no hip hop e a presença messiânica de Mestre Splinter (Danny Woodburn), que sem ele as tartarugas jamais seriam o que são. Raphael (Alan Ritchson), como podíamos de bom grado aceitar, acabou se destacando dos demais. E pensar que na concepção do roteiro original nossos heróis mutantes quase foram transformados em seres oriundos do espaço. Ainda bem que se arrependeram do pecado antes de consumi-lo.


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